Arquivo da categoria: Vídeos

Sugestões de filme (2)


Olá, queridas e queridos!

Aqui vai uma nova sugestão de filmes que podem nos ajudar a pensar sobre como pode ter sido a vida dos seres humanos que viveram no Paleolítico e no Neolítico. Os filmes sugeridos estão disponíveis no youtube. Aqui, você pode encontrar alguns trailers e resumos. Divirtam-se!!!

Sinopse: A Guerra do Fogo

Na pré-história, a pouco desenvolvida a tribo Ulam é composta por membros que se comunicam por gestos e grunhidos e acreditam que o fogo é sobrenatural. Quando a fonte única de calor se apaga após um ataque, três guerreiros saem numa jornada em busca de outra chama e acabam conhecendo os Ivaka, grupo com hábitos avançados e comunicação complexa, além de domínio da produção do mítico fogo.
Título original: La guerre du feu (DistribuidorLUME FILMES) Ano de produção 1981

Sinopse: Os Flintstones

Dois espertalhões que querem dar o golpe na Pedregulho e Cia. colocam Fred (John Goodman) como vice-presidente da empresa. Os Flintstones ficam deslumbrados com a vida de novos-ricos, mas são salvos pelos amigos Barney (Rick Moranis) e Betty (Rosie O’Donnell).

Título original: The Flintstones (Distribuidor Columbia Pictures do Brasil)   Ano de produção 1994

 

Anúncios

Exemplos de etnocentrismo


 Nós já vimos que o termo etnocentrismo é usado para denominar o comportamento em que um  determinado grupo usa seus valores culturais como medida no julgamento do comportamento dos outros. Ou seja, cada um age de acordo com o padrão cultural estabelecido no seu meio e consequentemente o que estiver diferente desse padrão é errado.

A atitude etnocêntrica tende a considerar que apenas o seu modo de ser, viver e pensar são corretos e ideais. Este estranhamento em relação a outras culturas torna-se preconceituosa quando se considera um modo de vida superior a outro.

Quer  exemplos? Vamos lá!

067ccda49630c2e4ccc18ecb010dfa63

 

 Quantas vezes você já viu alguém rindo do sotaque de um vendedor oriental quando foi comprar alguma coisa nas pastelarias ? Você já ouviu alguém chamá-los de “japas”, “chinas” ou “xinglings”? Você sabia quo vendedor bem poderia se chinês, japonês ou coreano e há muitas diferenças entre eles?! Inclusive, chineses e japoneses foram inimigos históricos?!  Pois bem, essa atitude de inferiorizar o outro a ponto, inclusive, de nem se preocupar em saber qual é o seu país de origem chama-se etnocentrismo.

 imagesA0UY34LR

O funk despontou no Rio de Janeiro na década de 1990 e já passou  por diversas fases. Já criou estilos de danças e faz parte da cultura carioca. Mas durante muito tempo o funk não era considerado cultura, por ser proveniente das comunidades pobres da cidade e por suas letras que, além de cantadas com português coloquial e palavras de baixo calão, contam o dia a dia e interesses das periferias. Ainda hoje há quem que funk não é cultura. Mas sabemos que essa atitude de julgar os outros com nossos próprios valores é etnocentrismo.

untitled

Olhou para essa imagem e ficou com fome, né?! Quem não gosta de um churrasco? A carne bovina, ao lado da carde do frango, faz parte da alimentação da maior parte dos brasileiros. E para muitos de nós (eu me incluo nisso) é impensável abrir mão da carne bovina. Pois bem, saiba que isso não é regra para todos!

untitled

Na Índia, a vaca é um animal sagrado na religião , praticada na Índia, por exemplo. E, por isso, seu consumo é proibido. Na realidade, há pessoas que aproveitam até as fezes do animal para que nada se perca.

Como podemos observar,  infelizmente, ainda estão presentes a intolerância e preconceito cultural, religioso, étnico e político dentro e fora do nosso país, devido à atitudes etnocêntricas.

Para saber mais: todo mundo tem cultura?


Queridos,

embora esse vídeo seja para o Ensino Médio a linguagem está fácil e é perfeitamente compreensível! Já conversamos sobre todo o tema abordado nele. Então, vamos fixar?!

Depois de assistir ao vídeo, você é capaz de responder: todo mundo tem cultura?

 

O que são bens culturais imateriais?


Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no cotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.

Exemplos:

  • a festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré,
  • a Feira de Caruaru,
  • o Frevo,
  • a capoeira,
  •  o modo artesanal de fazer Queijo de Minas,
  • as matrizes do Samba no Rio de Janeiro.

Fonte: Clique aqui.

Que tal ver o trecho do vídeo abaixo? Trata-se de um exemplo lindíssimo da cultura imaterial do nosso país. Chama-se “Maré Capoeira”.

Você conhece o Frevo?

O que achou?

Como podemos explicar as diferenças culturais?


Há mais 10 mil anos os primeiros grupos humanos organizaram-se formando sociedades e vivem, desde então, em diversas regiões do planeta, espalhados pelos continentes americano, africano, asiático, europeu e lá, longe, na Oceania.

Se pararmos para observar com atenção, percebemos que cada sociedade desenvolveu um modo de vida próprio de acordo com suas necessidades, origens, tradições e aprendizado acumulado e transmitido a gerações mais jovens. Aprenderam a utilizar os recursos naturais disponíveis em seu meio ambiente. E, usando a criatividade, aprendeu a transformar a natureza para facilitar seu dia a dia.

Enfim, cada sociedade adaptou-se ao ambiente em que estavam de maneira diferente, adotando soluções diferentes para resolver os desafios o dia a dia. E é por isso que conseguimos identificar tantas diferenças culturais.

Vamos ver o vídeo abaixo?! Nele podemos perceber algumas dessas diferenças. Poderemos assistir algumas diferenças nos hábitos alimentares de uma tribo sul africana chamada  Massai. A alimentação é sempre um aspecto cultural curioso que podemos observar quando viajamos.